<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-28465577</id><updated>2011-04-21T11:39:28.595-07:00</updated><title type='text'>News in Science</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://scenews.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28465577/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scenews.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Thiago Capistano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06735020336440243986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>2</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28465577.post-114824823624106494</id><published>2006-05-21T14:48:00.000-07:00</published><updated>2006-05-21T14:51:19.036-07:00</updated><title type='text'>Células-tronco já são cura para mais de 45 de Doenças</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A aplicação terapêutica de células-tronco proporcionará a cura de inúmeras doenças num futuro próximo. Estas células, portadoras de alta capacidade de regeneração, são estudadas clinicamente para regenerar órgãos e formar novos tecidos, além de substituírem o transplante de medula óssea em casos de alguns tipos de câncer. Com a aprovação da Lei de Biossegurança a população animou-se muito, entretanto, muitas barreiras ainda dificultam as pesquisas destas células, e principalmente o seu uso terapêutico. Além da impossibilidade legal de fazer uso da clonagem terapêutica, que seria o ideal para pesquisas e até mesmo o uso clínico, um levantamento feito em clínicas de fertilização demonstrou que, o número de embriões disponíveis para pesquisa é muito baixo. Além disso, há de se esperar pela autorização dos pais para sua utilização. &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mas o que poucos sabem, é que existem dois tipos de células-tronco: as embrionárias e as adultas. Acredita-se que as células provenientes de embriões possuem maior potencial de regeneração em relação às células adultas, e por conseqüência, mais possibilidade de curar enfermidades. Isso porque elas são pluripotentes, ou seja, podem se transformar em praticamente qualquer célula do corpo humano. Essa capacidade permite que um embrião se torne um organismo completo. &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; E o que são células-tronco adultas? De acordo com o hematologista Dr. Nelson Tatsui, pesquisador destas células há vários anos e diretor da Criogênesis o primeiro Banco de Sangue, exclusivo para Cordão Umbilical do Brasil, o corpo humano possui outras células-tronco, que continuam a existir depois da fase embrionária. “Essas células se concentram em grande quantidade em 2 lugares do organismo: na medula óssea, e no sangue do cordão umbilical do recém nascido”, explica o médico. &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Este material é multipotente, ou seja, pode produzir os principais tecidos do corpo humano, como observa Dr. Nelson Tatsui. “Existem pesquisas que comprovaram a aplicação prática dessas células na criação de estruturas nervosas, como os neurônios, além da produção de ossos, cartilagens, gordura, entre outras estruturas, já obtidas em laboratório”, conta. &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; Na USP, Universidade de São Paulo, uma experiência aplicou células-tronco adultas em pacientes com lesão na medula espinhal, com resultados comprovadamente positivos. Da mesma forma, uma técnica de implante destas células no cérebro de vítimas de acidente vascular cerebral está sendo feita por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro e do Pró-Cardíaco. &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Quando se pensa no tempo estipulado para que os pesquisadores manipulem estas células, é comum associar a promessa de cura a uma possibilidade distante. Mas, considerando-se a medicina como uma ciência milenar—o diabetes, por exemplo, foi diagnosticado há mais de 3.500 anos—o prazo de 5 ou 10 anos significa frações de segundos em termos proporcionais à evolução. &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em vista de aplicações práticas e experimentações da biotecnologia, estima-se que nos próximos anos as células-tronco sejam totalmente manipuladas. O Dr. Nelson Tatsui acredita que o estudo em células adultas não perde importância diante das embrionárias, em razão dos resultados já existentes, por haver um controle maior do que as células embrionárias – seu potencial de regeneração, de difícil controle, pode provocar tumores - e por não esbarrar em questões éticas. “Estas pesquisas são uma garantia de reserva futura para aplicação terapêutica de doenças como Mal de Alzheimer, diabetes e artrite reumatóide, e diversas anemias congênitas”, conclui. Hoje, as células de cordão umbilical já podem ser utilizadas para o tratamento de mais de 45 tipos de doenças. (vide lista dessas doenças abaixo) &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;    Por Vera Morais em entrevista com Dr. Nelson Tatsui – Hematologista, Especialista em Células Tronco e Diretor da Criogênesis. &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;    Doenças tratáveis com uso de células do cordão umbilical &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; Doenças malignas:&lt;br /&gt;- Leucemia linfóide aguda&lt;br /&gt;- Leucemia mielóide aguda&lt;br /&gt;- Leucemia mielóide crônica&lt;br /&gt;- Leucemia mielóide crônica juvenil&lt;br /&gt;- Linfoma de Burkitt&lt;br /&gt;- Liposarcoma&lt;br /&gt;- Síndrome Mielodisplásica&lt;br /&gt;- Tumores sólidos (ex.: neuroblastoma ou retinoblastoma)&lt;br /&gt;- Doença de Hodgkin refratária&lt;br /&gt;- Linfoma Não-Hodgkin&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; Deficiências medulares:&lt;br /&gt;- Anemia aplástica&lt;br /&gt;- Anemia aplástica idiopática&lt;br /&gt;- Síndrome Blackfan-Diamond&lt;br /&gt;- Disqueratosis congênita&lt;br /&gt;- Anemia de Fanconi&lt;br /&gt;- Trombocitopenia amegacariocitica&lt;br /&gt;- Síndrome de Kostmann&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; Hemoglobinopatias:&lt;br /&gt;- Talassemia (anemia de Cooley)&lt;br /&gt;- Anemias falciformes&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; Doenças metabólicas:&lt;br /&gt;- Adrenoleucodistrofia&lt;br /&gt;- Doença de Batten&lt;br /&gt;- Doença de Gunther&lt;br /&gt;- Síndrome de Hunter&lt;br /&gt;- Síndrome de Hurler&lt;br /&gt;- Síndrome de Lesch-Nyhan&lt;br /&gt;- Síndrome de Maroteaux-Lamy&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; Imunodeficiências:&lt;br /&gt;- Síndrome de Omenn&lt;br /&gt;- Deficiências imunitárias combinadas severas&lt;br /&gt;- Disgênese reticular&lt;br /&gt;- Displasia tímica&lt;br /&gt;- Leucodistrofia celular globóide&lt;br /&gt;- Síndrome de Wiskott Aldrich&lt;br /&gt;- Síndrome Linfoproliferativa ligada ao cromossomo X&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; Outras doenças:&lt;br /&gt;- Síndrome de Evans&lt;br /&gt;- Osteopetrose&lt;br /&gt;- Histiocitose das células de Langerhans&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  CRIOGÊNESIS – Banco de Sangue de Cordão Umbilical&lt;br /&gt;www.criogenesis.com.br&lt;br /&gt;Vera Morais Assessoria&lt;br /&gt;PRESS RELEASE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte: Biotecnologia, Ciência e Desenvolvimento. BioNotícias&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.biotecnologia.com.br"&gt;http://www.biotecnologia.com.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28465577-114824823624106494?l=scenews.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scenews.blogspot.com/feeds/114824823624106494/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28465577&amp;postID=114824823624106494' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28465577/posts/default/114824823624106494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28465577/posts/default/114824823624106494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scenews.blogspot.com/2006/05/clulas-tronco-j-so-cura-para-mais-de.html' title='Células-tronco já são cura para mais de 45 de Doenças'/><author><name>Thiago Capistano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06735020336440243986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28465577.post-114818364334358972</id><published>2006-05-20T20:53:00.000-07:00</published><updated>2006-05-20T21:09:48.740-07:00</updated><title type='text'>Neanderthal DNA yields to genome foray</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/5988/3016/1600/Homo%20neanderthalensis%20and%20%20Homo%20sapiens.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 184px; height: 176px;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5988/3016/320/Homo%20neanderthalensis%20and%20%20Homo%20sapiens.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=""&gt;Cientistas anunciam as primeiras seqüências de DNA de um Neandertal (&lt;i style=""&gt;Homo neanderthalensis&lt;/i&gt;). Os resultados devem fornecer pistas de quando aproximadamente certas doenças, ou características como cor do cabelo ou pele, surgiram. Eles também deixaram os geneticistas excitados sobre a idéia do sequenciamento do genoma de um Neandertal. Svante Pããbo, paleogeneticista do Max Planck Institute for Evolutionary Antropology em Leipzig, Alemanha, inicou o Projeto Genoma neandertalense a dois anos atrás. Ele e sua equipe têm sondado 60 espécimes de Neandertais de museus sugerindo que o DNA poderia ter sobrevivido milênios de degradação. As espécies viveram pela Europa e a Ásia ocidental em torno de &lt;st1:metricconverter productid="300.000 a" st="on"&gt;300.000  a&lt;/st1:metricconverter&gt; 30,000 anos atrás, próximo de Düsseldorf, Alemanha. Dois dos espécimes se mostraram promissores, e no dia 12 de Maio a equipe de Pããbo reportou no Biology of Genomes metting at Could Spring Harbor Laboratory &lt;st1:personname productid="em Nova Iorque" st="on"&gt;em Nova Iorque&lt;/st1:personname&gt; que eles conseguiram sequenciar em torno de um milhão de pares de bases do DNA nuclear_em torno de 0,03% do genoma_de um deles. Este é um espécime macho de 45,000 anos encontrado na caverna de Vindija, Croácia. Tipicamente, para ser seqüenciado o DNA tem que ser clonado em bactérias para que seja produzido em grandes quantidades para estudo. Mas como o DNA neandertalense estava clivado em minúsculos fragmentos, Pããbo usou uma nova técnica de sequenciamento desenvoldida pela 454 Life Science &lt;st1:personname productid="em Branfordn Connecticut" st="on"&gt;em  Branfordn Connecticut&lt;/st1:personname&gt;, que permite fragmentos genéticos em uma emulsão serem seqüenciados diretamente em minúsculos poços. Eles estão agora analisando os resultados para trabalhar com os diferentes&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;fragmentos que podem ser comparados com a seqüência do genoma humano moderno. Um achado tão longe é que o cromossomo Y neandertalense é substancialmente mais diferente do cromossomo Y de humano e chinpanzé do que é de outros cromossomos. Isto sugere que um pequeno intercruzamento teria acontecido, pelo menos entre as mais recentes espécies neandertalenses.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.nature.com/nature/journal/v441/n7091/full/441260b.html"&gt;http://www.nature.com/nature/journal/v441/n7091/full/441260b.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28465577-114818364334358972?l=scenews.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scenews.blogspot.com/feeds/114818364334358972/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28465577&amp;postID=114818364334358972' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28465577/posts/default/114818364334358972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28465577/posts/default/114818364334358972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scenews.blogspot.com/2006/05/neanderthal-dna-yields-to-genome-foray_20.html' title='Neanderthal DNA yields to genome foray'/><author><name>Thiago Capistano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06735020336440243986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
